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Publicações


De Coraline a O Bosque Selvagem: conheça a trajetória da LAIKA
Travis Knight Conhecido por produções como Coraline e o Mundo Secreto (2009), ParaNorman (2012) e Kubo e as Cordas Mágicas (2016), o estúdio LAIKA construiu uma trajetória marcada pelo investimento em animação stop-motion e pelo desenvolvimento de novas técnicas que ampliaram as possibilidades desse formato. Com sede em Portland, no estado de Oregon, nos Estados Unidos, a LAIKA, como é conhecida atualmente, surgiu em 2005 a partir de uma antiga empresa de animação chamada Wil
Paula Moraes
27false24 GMT+0000 (Coordinated Universal Time)10 min de leitura


Os live actions de animações ainda têm algo novo a oferecer?
Depois de mais de uma década de remakes, talvez o desafio dos estúdios já não seja convencer os espectadores a voltar ao cinema, mas mostrar por que aquela história precisava ser contada novamente.
Paula Moraes
21 de jul5 min de leitura


Quando a nostalgia fala mais alto: porque Hollywood insiste em revisitar histórias encerradas?
Em uma época em que praticamente toda propriedade intelectual de sucesso parece destinada a ganhar novas versões, continuações ou derivados, talvez a pergunta mais importante não seja quais histórias ainda podem continuar, mas quais delas realmente precisam continuar.
Paula Moraes
7 de jul5 min de leitura


Quando os interesses corporativos entram em cena: até onde vai a liberdade artística em Hollywood?
Diretor italiano de cinema Luca Guadagnino. Ao longo da história do cinema, filmes baseados em fatos reais sempre ocuparam um espaço importante dentro da indústria. Biografias, denúncias, investigações jornalísticas e reconstituições de acontecimentos históricos frequentemente colocam o cinema em contato direto com figuras políticas, grandes empresas e instituições de enorme influência. No entanto, à medida que os grandes estúdios passaram a integrar conglomerados de mídia e
Paula Moraes
30 de jun4 min de leitura


IMAX ou cinema tradicional: qual é a diferença na prática?
A diferença entre IMAX e o cinema convencional vai muito além do tamanho da tela. Trata-se de duas propostas distintas de experiência audiovisual, que envolvem desde a forma como o filme é captado até a maneira como ele é exibido ao público.
Paula Moraes
21 de abr2 min de leitura
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